EUA pedem fundos para duelo de robots gigantes com o Japão

From tek August 19, 2015 at 05:59PM

Click here to visit original post!

O desafio partiu dos Estados Unidos e foi aceite pela equipa de engenheiros japonesa que o recebeu. A luta vai acontecer em 2016 mas a MegaBots precisa de renovar o seu robot gigante e pede fundos no Kickstarter.

A campanha ainda tem quase um mês pela frente e já conseguiu reunir perto de 40% do valor mínimo pedido: 500 mil dólares. O valor vai servir para melhorar o robot, mas a remodelação da máquina gigante pode ser tanto melhor quanto maior for o volume de donativos angariado. 

Para ter sucesso total a campanha teria de angariar 1,5 milhões de dólares. Valor suficiente para renovar as capacidades centrais da máquina, mas também para lhe dar mais poder de fogo, estabilidade, resistência e até bom aspeto.

Vale a pena sublinhar que o poder de fogo neste caso é mesmo só uma força de expressão, uma vez que a empresa japonesa desafiada a participar no duelo exigiu que na luta não fossem usadas armas. Só força de braços e essa é precisamente uma das componentes que os Estados Unidos querem reforçar no seu MegaBot Mark II. Os japoneses da Suidobashi Heavy Industry vão fazer o mesmo no seu Kurata, que no entanto já está preparado para isso.   

O desafio partiu da Team USA, o grupo de investigadores que fundou a MegaBots e vai concretizar-se no verão do próximo ano.  A empresa conta com um leque alargado de parceiros para concretizar os diferentes tipos de melhorias a operar no seu robot gigante, onde se incluem a Nasa. 

O vídeo da campanha explica o desafio e para que vai servir o dinheiro entregue por quem quiser contribuir. Ao The Verge, os criadores dos Megabots adiantaram que se forem bem-sucedidos na ideia pretendem dar escala ao desafio e criar uma liga de robots gigantes para multiplicar o número de combates do género e promover o desenvolvimento e a inovação nesta área.  

 

 

 

Veja ainda o vídeo feito pela empresa japonesa desafiada para o duelo quando decidiu aceitá-lo, aproveitando para fazer algumas críticas ao design rudimentar do Mark II. 

 

 

 

 

 

Tags: ,

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *